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Ele

Estive a semana toda a trabalhar em Lund na Suécia e em vez de ir ter com Ela, combinamos de nos encontrar em Copenhaga que era cidade que não conhecíamos.
Tal como noutras viagens pouco ou nenhum tempo passei a investigar esta cidade sabia que ficava perto de Lund, apenas 40 minutos de comboio, depois numa brochura descobri que umas das comidas tradicionais são as sandes abertas. Sendo um pais escandinavo não estava com muitas expectativas em relação a comida, mas viemos a descobrir que as sandes abertas até nem eram nada más, também a pastelaria local apesar de rudimentar era apetitosa e com espírito.
Encontramos-nos logo na sexta no hostel e começamos logo ai uma passeata nocturna a procura de um restaurante. Nós vivemos numa pequena vila, por muito que nos já tenhamos habituado a cidades, sempre que saímos da nossa vila ficamos sempre surpreendidos com a cidade, as lojas, os restaurantes, as opções. Durante o nosso passeio acabamos por encontrar um restaurante italiano que tinha jazz ao vivo sem amplificadores, um vocalista, um guitarrista e um contra-baixista. Escolhemos um menu de 4 pratos, estava tudo delicioso na opinião Dela mas para mim senti que faltava qualquer coisa. O preço foi elevado mas tenho em consideração a quantidade de vezes que vamos um restaurante nem é assim tanto.
Algo que já tínhamos experimentado em Edimburgo foi fazer visitas turísticas guiadas de borla, uma empresa que faz visitas e só recebe gorjetas. E desta vez também valeu a pena ficamos a conhecer a maior parte da cidade, e algumas das histórias caricatas, sendo Copenhaga uma cidade costeira com alguns canais ainda participamos de um passeio guiado pelos ferires da cidade.
De todos os locais visitado o mais caricato foi Cristiânia. Este local é uma antiga base naval abandonada no século 19 e que nos anos 70 foi ocupado por Hippies, lá criaram uma pequena comunidade que depois declararam independência da Dinamarca. O curioso é que esta zona é 15 minuto a pé do centro de Copenhaga e melhor tem acesso marítimo já que era uma base naval militar. Já que são hippies todas as drogas vendem-se por lá, hoje em dia só leves, e isto é completamente aceite por todos. Só num pais escandinavo. No geral gostei de por ali andar e ver aquela gente que se tenta libertar de certas obrigações das sociedades modernas. Teremos que lá voltar, questiono-me se terão lá um B&B?
No domingo fomos a um mercado com cheiro a mercado. Pequenas bancas em que se vendia um pouco de tudo, um dos sítios tinha pão de qualidade e lá tomamos o nosso pequeno almoço, pedi um café no barista do sitio que era um artista a prepara-lo mas que sabor era quase bom.
No geral adorei a cidade, acabamos por nem notar que é completamente plana, apenas notamos numa quantidade enorme de bicicletas, até algumas de formatos bem diferentes, o vento estragou um pouco os nossos passeios, mas ficamos a sabe que esta cidade vale a pena voltar.

Ela

Já tínhamos parado no aeroporto mas não conhecíamos o centro. O nosso fim de semana iria ser citadino. Deslumbrámos-nos com a grande capital.
Eu cheguei na sexta-feira perto das 15h. Mal sai do aeroporto apanhei um daqueles metros, sem piloto (stress…) que me levou até ao centro. Não sabia qual era a melhor estação. Resolvi sair naquela que vi mais turistas a sair. Boa opção! Desemboquei mesmo no centro, na “rua direita” cheia de lojas e movimento, azáfama.
Andei por ali a passear, ver montras, deslumbrada com pouco mas insaciável de multidão. Sabia bem.
Quando me cansei fiz o check-in no Hostel e aguardei por ele.
Quando chegou palmilhámos as ruas do centro e descobrimos um pequeno restaurante italiano (há muitos restaurantes italianos)com música ao vivo, um trio de trompete, contra-baixo e guitarra. O ambiente era fantástico, a luminosidade também a comida nem por isso…
No dia seguinte, acordámos a horas decentes e fomos fazer a visita guiada. Descobrimos vários pormenores da cidade e da história Dinamarquesa: Dos Vikings aos comerciantes do séc XVI, da elaboração da ilha ao lado com navios velhos feita pelos Holandeses, da família real, dos incêndios, de Carlsberg, de Maersk e Cristiania.
Palpilhámos a cidade com um vento terrível. Mas como estava sol e estávamos protegidos…
Na parte da tarde optámos pela outra visita guiada à costa do castelo (castelo dinamarquês não é a mesma coisa que castelo português), ver a sereia (na Dinamarca sê dinamarquês) e Cristiania.
Nunca tinha ouvido falar em Cristiania. Sabia que antigamente Oslo era assim denominado, mas aquando da independência trocaram logo o nome. Foi uma agradável surpresa e a prometer uma visita mais cuidada e prolongada.

No caminho de regresso encontra-mos um bar e ai nos deliciámos num agradável jantar. Depois foi descansar um pouco antes de ir ver como a noite se apresentava.
O ambiente era o típico nórdico. Sair para beber, beber muito.

No outro dia, depois de fazer o check-out tomámos um bom pequeno almoço no mercado (majestoso!) e fomos ao Museu Nacional. Passámos lá várias horas eLe com a sua cadeirinha aproveitava para observar o que podia. Curioso da proto-história detinha-se em muitos detalhes. Eu… ia lá mais à frente.

Ao final da tarde ambos rumamos à estação central. Ele apanhou o comboio para Lund e eu fui até ao aeroporto. Dai a poucos dias voltaríamos a estar juntos.

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