Setembro 2007


catacumbas

Ele

Depois de uma noite mal dormida que até deu para tratar da agenda e convidar amigos para virem ver as catacumbas. Combinei às 9h, mas só às 10h lá chegamos, o b. veio ter connosco e quando demos pela fila íamos caindo para o lado.

Primeira hora na fila falou-se um pouco de tudo mas a larica já estava a aparecer, à terceira hora lá fomos almoçar um kebab. Naquela fila falamos de tudo e depois começamos a fazer jogos de memória que deu para passar ai uma hora nisso. Entretanto aparece o r. para a salvação, ele tem sempre novidades para contar pois anda sempre num reboliço.

Chegando à quinta hora lá chegamos perto da entrada e Ela fascinada com os eléctricos a passar com as pessoas no meio, é a minha criança linda 🙂

Quando finalmente entramos passado 5h e meia, fiquei desapontado, aquilo não tinha nada de especial, acho que é mesmo a cena do fruto proibido, só se pode lá ir uma vez por ano, filas enormes e para ver um espaço mais pequeno que algumas barracas. Para mim as catacumbas andam a lixar e a desapontar milhares de pessoas ao longo dos anos isto tudo porque é um fruto proibido, nada mais.

Não tendo valido a pena as catacumbas, valeu a companhia que é o mais importante, pois o cenário muda sempre o sentimento está na companhia.
Ela

Já há vários anos que queria lá ir. Só sabia que tinha acontecido no noticiário da noite. Resultado: Nunca consegui ir…

Este ano seria diferente!

Logo no início do mês, pela agenda de Lx, soubemos o fim-de-semana exacto em que podíamos visitar as catacumbas. Estava decidido, íamos lá!

Fizemos alguns convites e algumas respostas ficaram por confirmar. No outro dia de manhã levantamos bem cedo, mas acabamos por perder o barco e só chegamos a Lx às 10h. Seria a hora em que as visitas iriam começar. O B. foi o único que aceitou o desafio.

Num grupo de 3 lá fomos para a fila. Vimos o buraco por onde íamos descer e fiquei admirada por a circulação dos eléctricos não estar interrompida. As pessoas desciam pelo “esgoto” enquanto os eléctricos se cruzavam. Estranho…

E começamos a andar para o final da fila… e andamos… e andamos… e andamos! Possas a fila era enorme. ELE ainda pensou em voltar no Domingo, mais cedo, mas como fui persistente acabou por me fazer a vontade. É o MEU AMOR! (a fazer as vontades…)

Esperamos… esperamos… esperamos… Falamos de tudo um pouco e de vez em quando lá andávamos uns bons passos.  Nas primeiras 2 horas aquilo até se passou bem!

Esperamos… esperamos… esperamos… esperamos… esperamos… esperamos… esperamos… esperamos… esperamos…

Por volta do meio-dia lá fomos abastecer que as energias estavam em baixo. Kebab, uma loja que nos tínhamos cruzado uns dias antes, foi a decisão. Eles os 2 foram buscar a comezana enquanto eu ficava na fila “Daqui não saio, daqui ninguém me tira!”

Depois lá veio o belo do kebab que escorregou mesmo bem. Na companhia deles (e em especial do meu amor) sabia que não ia esquecer aquele dia. As últimas horas foram mais difíceis. A fila tinha estagnado e ameaçava chover. As pernas já doíam e a paciência era pouca. Pouco antes chegou o R. Enquanto andava para trás, para espairecer e fazer circular o sangue nas pernas, encontrei-o! Tinha sido um dos convidados e à última hora resolveu aparecer. Ainda pensamos em cobrar 50€ pelo NÂO tempo de espera, mas ficamos por um bilhete de teatro em futura peça que entre.

De volta à fila a conversa estava renovada e tinha uma lufada de ar fresco. Chegou a nossa hora (ao final de 5h)… Lá descemos!

Ao descer reclamei com os degraus que eram muito estreitos. Em voz alta reclamava que número é que os antigos calçariam. Quando cheguei ao fundo do “esgoto” tinha uma plateia que estava a ouvir os meus desabafos histéricos :-/

Ouvimos o que a Historiadora/Arqueóloga tinha para dizer. Era daquelas pessoas que se via que fazia aquilo porque gostava. Estava a ficar afónica mas, apesar do cansaço, falava com emoção. O local que visitamos não era muito grande. Era uma galeria pequena. Tiramos umas fotos bastante engraçadas e ELE ainda me ofereceu um calhau… Tão Lindo!! Havia uma outra galeria que tínhamos que andar muito curvados. Fiquei um pouquinho preocupada com ele… Mas tudo correu bem!

Chegou a hora de subir. Vim à frente. Tive que sair a correr porque vinha um eléctrico. Ele ficou a aguardar. Com a cabecinha a sair do esgoto, enquanto o eléctrico passava, dava uma boa fotografia, mas já não havia bateria na máquina! É uma daquelas que fica nos meus olhos e no meu coração! Já chovia. Estava o tempo ideal para um chocolate quente. Rumo à margem sul terminamos esta saga ao sabor de um chocolate quente na companhia dos amigos!

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dead combo

Ele

Pela primeira vez fui a um concerto ao qual não conhecia minimamente a banda. Ela falou-me do concerto que ia ser no Barreiro e disse logo que queria ir. Talvez conhece-se a o nome mas não a música.
No dia do concerto consegui sair da faculdade a tempo de vir com ela no barco, passamos por casa só para relaxarmos e depois fomos directos para o concerto. Os alternativos do Barreiro compareceram todos à espera para entrar, fomos ver novamente a exposição dos panos, mas que bela exposição.
Começamos a entrar e fui antes à casa-de-banho, Ela podia ter entrado logo mas esperou por mim, que linda.
Depois começaram a tocar, a plateia estava bem composta, e o som, muito bom, muito bom. Duas pessoas que vê-se que em termos musicais comunicam muito bem, guitarras e contrabaixo foram as ferramentas que nos desarmaram e ficamos rendidos ao seu som. Sem vozes mas com muito sentimento fomos entretidos durante 2 horas. Estava alguns amigos da banda que deu um ambiente acolhedor. Foi bom, quando voltarem, haverá mais.
No fim da noite partilhei com Ela o chocolate e não só, logo de seguida fomos para casa pois no dia a seguir tínhamos que ir para a fila.

Ela

Gosto de estar atenta à programação do Auditório Municipal Augusto Cabrita. Penso que se não houver público nos eventos que se realizam, provavelmente deixarão de existir. Quando li que os DC iam lá actuar (e o preço era convidativo) disse-LHE que teríamos que lá ir 🙂

Não os conhecíamos mas gostamos da apresentação, quer da foto, quer da literatura. Fomos comprar os bilhetes 2 dias antes e quando me apercebi que só havia +/- 6 bilhetes vendidos fiquei preocupada… resolvi colocar anúncio do MSN mas, ninguém apareceu 😦

No dia a sala estava a 30%. Menos-mal para uma banda muito pouco conhecida. Penso que deve ter sido a primeira vez que fui a um concerto para conhecer… O duo apresentou-se. Confesso que os sapatinhos brancos do guitarrista me chocaram um pouco. Mas depois parecia que estavam de acordo com toda a indumentária.

A música era um misto de blues e rock bem puxado da guitarra.A relação, íntima, que os músicos tinham com os instrumentos era invejável. O contra-baixo é imponente. E o músico tinha com ele a relação que acho característica. Envolvia-o e com a cabeça mais baixa e sobre as cordas, deixava transparecer carinho. O guitarrista, sempre curvado sobre a guitarra, envolvia-se num ambiente só dele. Naquela noite não me apetecia ouvir “letras”. Só música! foi isso que aconteceu durante +/- 1 hora. 

No final houve uma grande ovação. E ao que pareceu não estavam preparados para outro “ancore”, mas lá aconteceu…

Foi um serão calmo, íntimo e muito bom na companhia de quem mais gosto: DELE!

 dalai lama

Ele

Quando eu acordei, ela já tinha passado muita roupa a ferro, depois foi tomar um médio almoço para não termos fome durante a conferência. Viemos de carro, ainda bem porque ainda tinha o pé feito num oito, passamos pela ponte onde tinha sido a corrida, ainda vimos uma senhora idosa a correr e um burro…
Fomos comer a nossa perna de pau e até ajudamos uma outra senhora muito simpática com o seu tabuleiro. De barriga cheia e a sentirmo-nos boas pessoas fomos para o pavilhão.

Depois de esperarmos um pouco sentado ele lá apareceu com a sua comitiva, logo de inicio vimos que o som não estava grande coisa e não percebemos uma grande parte do que ele disse. Mas ficamos com uma ideia do que ele queria transmitir, compaixão, amor e que o efeito é imediato em nós mas não nas outras pessoas. Aquele exemplo que ele deu de ir a sorrir para as pessoas quando passa de carro, e algumas pensarem que ele está a gozar com elas foi engraçado. O que gostei de ver é que para um líder espiritual é muito alegre e é assim que todos deviam ser.

Depois pensamos o que cada um podia lhe perguntar, ela queria saber se o “Sete Anos no Tibete” foi verdade, eu não tinha nenhuma pergunta especial…

Depois demos o nosso passeio de volta para o carro ainda a falar da conferência, fomos ainda ao kebab e acabamos o dia nos braços um do outro num sono pacifico talvez até budista 🙂

Ela

Já nem me lembro de quando ouvi pela primeira vez falar do Tibete.
Não sei em pormenor aquilo que se passa neste momento de ocupação, mas sei que existe desde há muito.
A figura do Dalai Lama sempre me atraiu.
Quando vi que ele vinha cá, tinha que ir à conferência.
E no passado dia 16 de Setembro lá fomos ouvir as suas palavras no pavilhão atlântico.

Chegámos lá cedo porque não sabíamos como iria ser a entrada. Ainda por cima os lugares no balcão não tinham lugar marcado. Tudo correu bem e sem stress…
Lá ouvimos as suas palavras. Ouvimos mal porque a acústica não era das melhores. Entre as palavras do discurso do Dalai Lama e a tradução lá conseguimos entender alguma coisa.
E a sua mensagem está recheada de compaixão.
Doseado de um humor QB, surge-nos um monge bem disposto, com um sorriso cativante que desarma qualquer um.
É a prova viva de que uma batalha também pode ser ganha sem recorrer ao uso da força.
Muito se falou sobre as pressões da China e dos alto políticos portugueses o não terem recebido. De certeza que o DL está acima de todas essas lutas políticas. A sua mensagem é simples e trás esperança num futuro bem melhor que está ao nosso alcance. Talvez os políticos se entretanham com essas coisas pequenas. Mas quem deseja marcar a diferença sabe que terá que percorrer outro caminho 😉

Durante a palestra ainda namorei e fiz algumas massagens a quem apareceu no meu caminho… A quem tornou este caminho bem mais agradável de percorrer… eLe de quem eu gosto muito e quero agradecer a sua companhia!

Avante

Ele

Fomos lá no sábado, na sexta-feira também éramos para ir mas ainda não tinha atingidos os objectivos no trabalho que eu tinha definido para esse dia, ficamos por casa. Mas, ainda bem, porque nem tínhamos ideia do tamanho do recinto.

Como me deitei tarde no sábado, Ela acordou mais cedo e foi comprar as coisas para a nossa bucha. Depois de Ela ter tudo pronto eu acordei, até parece de propósito, mas não foi. Tenho a sorte é de ter uma namorada carinhosa e atenciosa.

Fomos buscar o F. e o P. e estávamos prontos. Uma pequena viagem de carro e encontramos logo lugar para estacionar perto do recinto. Também não era assim nada de impressionante encontrar lugar para o carro.

Assim que entramos vimos logo as bancas das bugigangas que não pode falhar em nenhum festival 🙂 subimos mais um pouco e avistamos o palco primcipal, e começamos a perceber a dimensão da festa. À medida que nos íamos deslocando reparamos na mistura de gerações, estilos de roupa e também que havia muita organização, não faltavam MB e casas de banho em todo o lado.

Demos uma volta pelas várias regiões e fomos até ao Teatro para nos encontrarmos com um amigo Dela. O C. e a sua esposa vinham com uma amiga, tudo gente boa e divertida, é o que gostamos. Fomos com o C. até ao palco principal ver um pouco de Blind Zero. Depois passamos pela feira do Ciência que era um bocado triste, e ficamos a ver o tributo a Frank Zappa. Por esta altura já estávamos um bocado cansados e então ficamos sentados na relva ao pé do lago.

É engraçado como uma festa destas nos proporciona ambientes diferentes e como tanto eu como ela temos os gostos alargados em termos musicais, estávamos como peixe na água.

O P. passou pelas brasas lá na relva, eu regalei-me com os miúdos de um casal que andavam por ali a brincar. Depois fomos jantar, como já estava a ficar com frio, fui com ela buscar os nossos casacos ao carro os outros foram jantar.

Depois de algum tempo quando finalmente nos conseguimos encontrar todos fomos para o teatro ver o Bando. Até eles começarem estava tudo bem depois foi a soneira a atacar, e tivemo-nos de ir embora.

Saindo a correr do teatro fomos ver os blues no palco principal, passamos também pelas novas oportunidades para ver o hip-hop, e ainda fomos para ver o jazz mas estava a dança ainda a dar e já estava cheio. Ao deslocarmo-nos para sair do recinto encontrarmos os pauliteiros de Miranda, que deram um grande espectáculo.

Foi assim o nosso dia de passeio nesta festa composta por tantas outras festas, pessoas diferentes que vieram procurar o divertimento num sitio onde se partilha uma energia diferente.

Uma grande maneira de entrar no meu dia de aniversário, na companhia Dela e de outros, mas com aquela partilha de amor que é só nossa.

Ela

Já tinha ido à festa há alguns anos atrás. Não me lembrava de muita coisa. Só de um mar de gente e vontade de ir embora.

Este ano iria ser diferente. Com ELE e + 2 amigos, metemo-nos ao caminho logo pela hora do almoço. Levámos um lanche, para poupar uns € e algumas filas…
Depois foi “bater perna”, por aqui e por ali. Evitámos o stand da propaganda. Mas nos espectáculos, nas tascas e no ambiente estávamos lá.
Entrámos num lojinha e saímos com um cd de declamação do Ary dos Santos. Para não arranjarmos problemas não entramos na feira do livro nem do CD/DVD.
No lado + a norte encontrei um amigo (antigo colega). Deu tempo para conversar um pouco e arrastá-lo até ao concerto dos Blind Zero. Não era bem o seu estilo mas ficou até ao fim.

Depois encaminhamos para outro palco onde iria haver um contributo a Frank Zapa. Ficamos um pouco ao pé do palco, mas depois a relva junto a um lago gritou + alto. Um dos nossos amigos ainda dormiu uma soneca 😉
Depois foi o lanche/jantar, (do farnel), e ir buscar o casaco que já fazia um friozinho. Mas no final quando não foi preciso porque a noite estava espectacular…
Quando voltamos fomos experimentar a outra entrada. Andamos, andamos e foi nessa altura que os meus pés começaram a ressentir-se.
Depois de nos encontrarmos todos lá fomos ao teatro. Actuava o Bando. Mas com o cansaço acumulado fartamo-nos de abrir a boca e quase a mergulhar no sono, resolvemos ir embora.
Demos mais uma volta pelo palco dos novos valores onde actuavam o hip-hop.
Foi ver mais isto aquilo e os meus pés já estavam a implorar clemência. Mas o dia tinha que ser aproveitado até à última… e foi…
Lá ouvimos a carvalhosa e o pedido para abandonar-mos o recinto. No caminho ainda passamos por um restaurante que recordava a música do “Patcholy”.

E depois do cansaço o bom descanso… com ELE! Tínhamos que recuperar as energias que no dia a seguir íamos ter outra aventura 🙂 a do seu aniversário!

cisterna svicente

Ele

A noite fizemos guerra com as melgas, ao acordar havia mortes e picadas, foi um empate técnico. O B. já estava acordado e por isso partimos logo para a feira da ladra. Era a minha segunda visita, na primeira até comprei um livro bem bom, mas desta vez depois de ver muito lixo, vi uma banca que tinha lá um modem ADSL, e pensei se for um euro ainda o compro. Apenas estavam lá umas velhotas lá perto e perguntei se sabiam de quem era a banca, era de uma daquelas velhotas todas podres, devia quase 80 anos. Pediu-me 1,5€ mas só queria dar o euro e ela aceitou. Pensei que tivesse estragado, mas para minha surpresa até funcionava.

Antes de termos vindo para a feira tínhamos passado pela igreja de S.Vicente, e como ainda nem era hora de almoço lá fomos nós. O homem que estava à recepção era aquele tipo clássico que é apenas simpático para os estrangeiros. Mas lá pagamos e fugimos dele, logo à entrada vimos uma cisterna, que parecia um daqueles filmes tipo Indiana Jones, uma sala antiga inundada com água, mesmo giro. Mas Ela e o B. é que ficaram mesmo impressionados, agora que é que percebo que é por causa de não terem um cisterna. Se tivessem limpado a cisterna da casa dos meus pais tantas vezes como eu aposto que já não achavam piada.

Passamos depois aos claustros, todas as pareces tem azulejos pintados mas não percebo o que eles querem dizer será que é cenas da vida quotidiana aleatórias ou será que tudo aquilo tem um significado místico. Passamos pelo poço que dava para a cisterna e lembramo-nos do fim-de-semana em Veiros. No segundo piso encontramos uma esposição com as fábulas de La Fontaine, já estava com os pés cansados mas ao mesmo tempo as fábulas eram tão giras. Também encontramos túmulos de reis e rainhas, capelas do santo António, e uma capela feita com materiais vindos do Brasil.

Havia um pequeno museu com jóias dos bispos e das igrejas, para vermos bem a ostentação da igreja. A seguir subimos para o miradouro.

Do topo da igreja tínhamos uma vista linda de onde se vê a maior parte da Lisboa antiga. Ela encontrou a nossa casa de sonho e ainda pode ouvir os seus sinos a tocar.

Quando chegamos a casa dormimos uma soneca sem melgas que estamos mesmos a precisar, nos braços um do outro em paz ficamos. Acordamos mesmo a tempo de ir a correr ter com um amigo para nos despedirmos.

Ela

Já tinha ido várias vezes à Feira da Ladra mas desta vez foi diferente.
Diferente o local de partida, a companhia, a volta, tudo…
Levantamos relativamente cedo. Na companhia DELE e de + um amigo, apanhamos o metro, descemos no Martim Moniz e fomos o resto a pé. Entre a Mouraria e o Castelo, Chegámos à feira da Ladra do lado mais a norte.
Começamos a ver as velharias. Os livros e algumas gravuras são bastantes interessantes. Ainda me interessei por umas saias originais…
Depois foi descer e continuar a ver aquele monte de velharias…
Vimos daqui, dali, rimos um pouco com situação criadas: como andar de metro com objectos cortantes (lol).

Logo à chegada reparei que a igreja de S. Vicente estava aberta. Nunca tinha lá entrado. Aproveitamos e demos uma volta. Nas explorações fomos mais ao lado e demos com o convento. Dissemos que havíamos de lá ir!
E fomos logo lá nesse dia…
Logo à entrada tem uma cisterna majestosa, imensa, nem queria acreditar. Depois andamos, andamos, andamos! Vimos tudo o que tínhamos direito e continuamos a andar, andar, andar!
Estava presente uma exposição sobre as fábulas de La fontaine. Aproveitamos para conhecer mais algumas.

O ponto alto da visita foi a subida ao terraço. No primeiro a vista era limitada. Via-se o rio e um terraço de 5*! Por alguns instantes imaginei a tomar longos pequenos almoços com vista para o Tejo. ELE preferia uma casa que tinha um pequeno jardim, um pouco mais abaixo… Sonhos!
Subimos mais um pouco e fomos ao terraço de onde se vía Lisboa em 360º. Magnífico! Estávamos no tecto da Igreja a dislumbrar uma vista extraordinária.
Com toda esta brincadeira era já 1 da tarde e o sino assinalou isso mesmo. Adoro o som de sinos e aqueles estavam bem perto!
Com uma estratégia a “macgyver” pegamos na corda do sino e ELE ainda tomou balanço. Mas, o pendulo era bem pessado e com o impulso iria dar som. Desistimos de tocar o Sino… Podíamos confundir alguém ali por perto 😉 Mas ELE continua a tocar, muito bem, em mim!