Março 2007


alternativa

Ele

Acordamos bem cedo como combinado, lá pelas 11 horas da manhã. Comemos qualquer coisa e lá fomos a caminho da Cordoaria Nacional, tentamos aliciar o meu irmão e um amigo, mas estávamos destinados a ir sozinhos. Estacionamos num parque praticamente vazio, pois a maioria dos carros fizeram estacionamento à campeão 10 metros mais perto da entrada da feira.

Havia muitos expositores, mais do que estaríamos à espera, parece que de facto a era do aquário está a chegar, pois cada vez mais pessoas estão a cuidar do corpo, mente e espírito. Vimos muitas coisas interessantes para comprar mas tínhamos de ser selectivos… Percorremos todos os expositores, falamos com algumas pessoas e até recebemos abraços de borla. Aparentemente ninguém sabe como fazer sabão a partir de mel, mas lá compramos um para ver se era bom, ela comprou um livro e um creme, e ainda compramos Sal integral para usarmos na cozinhas daqui a uns anos 🙂

Foi interessante a feira, tanto para saber o que existe como para ver as pessoas que se dedicam às diversas práticas. Existem pessoas mais dedicadas e as que fazem como um desporto que apenas tem o objectivo de aliviar o stress, há ainda aqueles que o fazem por dinheiro e os que o fazem por amor. Comum a todos, é a busca da felicidade.

A felicidade a mim calhou-me logo a seguir, fizemos a coisa que mais gosto, depois de sairmos da feira e termos gasto o dinheiro todo que tínhamos como infantis, fomos passear a pé por uma rua qualquer sem destino. Por cada casa que vimos criamos sonhos em conjunto e acabamos nos pastéis de Belém, para gastar os trocos que tinham sobrado. Apreciamos o sabor dos pastéis na relva, e em paz nos deitamos, de coração cheio.

O dia não acabou aqui, mas na memória ficará gravado assim.

 

Ela

Há pouco tempo voltei-me para esta nova aprendizagem…Ando à procura de um caminho, de um conhecimento, de mim mesma…

De todas as noticias que recebo esta chamou-me a atenção. Queria que lá fossemos!  Sim, porque há coisas que sabem melhor a 2.  Ainda não tinham encontrado ninguém que tivesse tão receptivo como ele.  Assim, tenho todo o gosto, e objectivo, de lhe contar as minhas descobertas, as minhas discordâncias, os meus anseios J

 Percorremos as tendinhas, descobrindo vários produtos que não fazia a minha ideia que existiam…

Passamos pela respiração da yoga!

Ainda deu para encontrar uma ex-colega que me pareceu estar muito bem.

Tempo para o abraço \.

Depois encontrei um livro que tinha que comprar.  Apesar das dificuldades, lá vim com ele!

Ainda houve tempo para comprar sabonete, creme, açúcar, incenso…Tudo produtos naturais e, alguns deles, feitos em Portugal.

Descobrimos muita coisa, estivemos juntos!

Depois ainda demos um pulinho até aos pastéis de Belém. Lá desceram ½ dúzia sem grande dificuldade. Fomos comê-los para a relva. Para não apanhar muito sol ele foi meu protector…

 Hoje estou com o nariz a correr… mas, senão fosse o carinho a atenção e o amor que ele meu deu, estaria bem pior!

Sou uma afortunada J

 

misia 

Ele

Num mês de gastos exagerados aumentamos a dose com o concerto da Mísia. Mas eu sempre quis ir a um concerto da Mísia, e nunca tive companhia, agora tenho ela a minha companhia, a minha companheira.

Estava tudo combinado mas ela estava atrasada com problemas no trabalho, fui andando, tendo aproveitado o atraso dela para comprar umas flores que alegrassem a casa. O atraso dela foi aumentando e comprei também umas bolas pois ela não teria tempo para se alimentar devidamente.

Quando as obrigações dela o permitiram, encontramo-nos em Cais-Sodré e rapidamente fomos até Belém. Entreguei-lhe as bolas com manteiga, e ela partilhou comigo um pouco do telegrama de chocolate que lhe tinha enviado nessa tarde. Aproveitamos o tempo que faltava até ao concerto para uns carinhos dentro do carro, enquanto que o arrumador esperava na rua.Agora vem a nota mental para eu nunca, mas nunca mais me esquecer de beber um café antes de um espectáculo. Não sei porquê, tenho uma deficiência genética que me deixa cheio de sono em espectáculos que eu desejo muito ver. Por isso nem comento a primeira parte do espectáculo, pois estive drogado pelo sono.

Na segunda parte a Mísia não apareceu, ainda bem porque na primeira ela cantou em alemão, e honestamente eu prefiro vê-la cantar
em português. Portanto foi antes um concerto da Banda Metropolitana de Lisboa que eu assisti. E valeu a pena.

É de notar que continuamos com um historial de desacatos, para alem do meu sono que me ia fazendo cair da cadeira abaixo uma ou duas vezes, ainda fizemos umas piadas e inventamos um chamamento e dança de acasalamento. Enfim, os nossos filhos vão ser terríveis.

Ela

Ele é um fã da Mísia.Confesso que sempre gostei da sua presença e postura mas, não conhecia o seu reportório. Ele mostrou-mo…E, por saber que ele ainda não a tinha visto ao vivo, inscrevi-me na sua newsletter para estar a par dos concertos.

E na semana passada surgiu um concerto. Entusiasmada, por poder ajudá-lo a realizar um objectivo, fomos ao concerto.

 Bom… nesse dia tive um pequeno contratempo no trabalho e as coisas não correram como desejávamos! Encontrámo-nos no Cais do Sodré.  Ele tinha-me preparado um lanche porque estávamos em cima da hora.  Quando chegamos ao CCB, tivemos na conversa enquanto eu deliciava o meu lanche carinhosamente feito… Soube muito bem!

Depois lá fomos ao concerto. Localizados na 2ª plateia, trocamos beijos e outras coisas… inclusive beliscões.  Ele estava um pouco cansado e ainda cambaleou um pouco.

 O concerto era, sobretudo, a orquestra metropolitana de Lisboa.  Numa das áreas convidaram a Misia para cantar.  Cantou em Alemão.  Valeram-nos as traduções feitas…Não era bem aquilo que pretendíamos…  mas foi bom para conhecermos algo de diferente.Eu não tenho conhecimento técnico para saber se ela esteve bem ou não.  Só posso dizer que gostei 😉

À saída, tivemos um desentendimento por causa de uma pastilha.  Motivo pequeno, mas às vezes as coisas acontecem. Eu cometi uma acção que poderia ter evitado. Ciente do meu erro parti logo para uma auto-punição. Fui chamada a atenção por ele. Tinha razão… e eu não sou perfeita, fiquei triste comigo mesma…

Fica a memória de uma noite bem passada e de uma crise.  Quando as pessoas se amam os momento de crise ultrapassam-se!

Maratona 

Ele

Acordei com dores de velho, e com pena minha me afastei dela para meter os ossos a andar. Já estava a pensar que entrevadinho não ia conseguir fazer a corrida. Depois de vestido já quase não sentia dores. Fomos ao pequeno-almoço e arranjar a bucha para não termos fome pelo caminho. O nosso amigo padrinho logo chegou e com ele partimos para o comboio.É engraçado pensar que o ano passado fizemos a corrida e ainda não nos conhecíamos. Mas este ano estamos unidos e com motivação para fazer o passeio bem feito. Sim, passeio que correr é para os tontos. Ainda nos encontramos na partida com o meu irmão e uns amigos meus. partimos juntos mas é difícil manter o rebanho 🙂 É engraçado como as coisas vistas devagar são tão diferentes fazer aquele caminho de carro e a pé são duas coisas que nada tem haver uma com a outra. Ver os barcos à vela lá em baixo, a paisagem, o abanar da ponte que eu o ano passado nem tinha sentido… E é engraçado ver aquele mar de gente a correr para Lisboa. No fim da ponte já íamos sozinhos. Perdemos a malta toda, Ela não gostou muito por isso para o ano, vamos com um grupo mais pequeno mas que se mantenha junto 🙂   Fizemos o passeio de 7 quilómetros em quase 2 horas. E depois da caça do brinde fomos ao merecido almoço. Pegamos uns hambúrgueres e fomos para a relva, almoçamos descalços, e juntos nos deitamos. Enquanto que os nossos amigos chilreavam à nossa volta, partilhamos aquele momento sem palavras e comunicamos com amor. Foi uma tarde agradável.  Voltamos a casa, jantamos com os pais dela para recuperarmos forças e dar-mos uns carinhos aos velhotes. Fomos depois para casa, dormimos um pouco no sofá, ela foi para a cama dormir melhor enquanto que eu estudei um pouco… Depois regressei ao seu abraço quente.

Ela

Ver Lisboa da ponte 25 Abril é único!!! A maratona é a possibilidade que temos para nos deliciarmos.Ao que parece no ano passado devemo-nos ter cruzado. Este ano, fomos juntos todos aqueles km.No início do trajecto encontramos todos os amigos com quem tínhamos combinados. Depois lá nos mantivemos ora num grupo, ora noutro. Ao longo do percurso tirámos fotografias de/com vários amigos.Depois de passarmos a ponte, perdemos toda a gente…Só não me perdi dele… Bem juntinhos lá fomos percorrer os km que faltavam! Tiramos fotografias, aceleramos o passado e de mão dada andamos, andamos, andamos e cortamos a meta. 

Depois foi a caça aos brindes…Dirigimo-nos para o local de encontro: Mac de Belém. Onde, depois de tanto esforço, tivemos a merecida refeição de calorias.Mas, o melhor foi o descanso… Descalçamos os ténis e deitámo-nos na relva… Humhumhum!!!! Abraçados, recuperamos as energias.  Depois foi o caminho de regresso.Apanhamos o autocarro para a estação Roma/Areeiro para depois apanhamos o comboio da Fertagus para Coina.Em Coina ainda tivemos tempo para visitar o mercado e comprar um frasco de mel e água mel. O principal objectivo é ficarmos ainda mais doces um para o outro… GMT O jantar foi em casa dos meus pais e depois ainda houve tempo para um “enroscar” a ver os Gatos Fedorentos. Nessa altura quebrei e senti-me deveras cansada. Ele ainda ficou a estudar para o fim de semana não passar em branco. Depois “enroscamo-nos” no descanso merecido de um dia cansativo… mas, de boa recordação!!!

Chocolate 

Ele

Ela já lá tinha ido com um amigo, mas logo viu que era um sítio propício ao namoro. Ela já tinha piscado o olho ao fondue de chocolate com profiterols. Nunca chegamos a comer o do häagen-dazs, então combinamos lá ir. 

Fui ter com ela, e como não tinha jantado, fui fazer aquilo que muitas crianças sonham, jantar chocolate. Pedimos o que já tínhamos falado, mas não havia profiterols, veio o fondue só com fruta. Estava divinal, alimentamo-nos mutuamente com apenas um garfo, o chocolate estava muito bem preparado. Deixei de ver o sítio agradável em que estávamos, com aquela decoração achocolatada, e passei a estar com ela numa bolha de amor. Se não fosse as outras pessoas acho que tínhamos juntado os nossos corpos num acto de amor ali mesmo, acho que foi por isso que pensamos comprar uma base para o fundue de chocolate. 

Quando terminamos não resisti experimentar uma caneca de chocolate quente… Encontrei finalmente um sítio onde o chocolate quente é realmente expeço e não uma mistura de leite com Cola-Cao.  

Vamos cá voltar certamente… 

Como estava farto de estar sentado, fomos dar uma volta por ali. Encontramos mais uma casa abandonada que nos faz sonhar com um sítio nosso, onde possamos ter o nosso negócio, que sabe uma casa de chás, uma loja do avô, uma clínica de massagens… Muitas hipóteses para sermos felizes. Fomos ainda ver se a Biblioteca estava aberta. A caminho tivemos uma pequena desavença, que nos permite limar as arestas em opiniões em que divergimos, algo que não estamos habituados 🙂 Com a biblioteca fechada, terminamos o passeio e recolhemo-nos ao lar para uma noite de amor tuareg.

Ela

Ambos gostamos de chocolate por isso quando um amigo meu me falou neste local, logo pensei nos bons momentos que iria ter com ele. Aquilo que desejava era experimentar o fondue de chocolate com profiterols.

Fiquei desiludida quando soube que não havia profiteroles. L

Optamos pelo Fondue de Frutas – Banana, kiwi, maça verde e morangos. Não ficamos mal servidos. A maça verde e o kiwi com chocolate quente é muito bom.

Logo ao início achamos que não estávamos a saborear a divina refeição. Optamos por usar um único garfo e alternadamente comer a fruta com chocolate num jogo de cumplicidade.

O café é pequeno e intimista. Proporcionava-nos um ambiente muito acolhedor.

Colocámos a conversa em dia, os beijos e os carinhos, tudo envolvido em chocolate.

No final ele ainda provou o chocolate quente J !!! O sitio está aprovado e está destinado a ser um local de convivência com os nossos amigos.

hungaros

Ele

O meu irmão fazia anos e antes da festa aproveitei para ir cortar o cabelo. Fomos depois de almoço, eu, ela e a namorada do meu outro irmão. Quando lá chegamos disseram que agora era hora de almoço e só daqui a 3h é que havia vaga para mim.

Aproveitei para as ir levar a passear, ali perto ficava o valinho de Fátima e eu já não ia lá à imenso tempo. Desde do meu 5º ano…

Eu lembrava-me pelo menos de um sítio, e fomos à procura dele, percorrendo o caminho dos peregrinos até à loca do anjo, onde os três pastorinhos viram um anjo. Neste caminho estava retratado todas as fazes da vida de Cristo. Neste dia e à hora que foi havia muito pouca gente, então o caminho era calmo e relaxante, podia-se ouvir os pássaros e melhor que isso o vento a bater nas folhas das árvores. Isto é mesmo comentário de que já está à tempo de mais na cidade.

Pelo caminho encontramos duas senhoras de Londres que chamaram por nós, falamos um pouco de questões espirituais e uma delas também nos informou que não parecíamos português, chegamos à conclusão que quem vem de Londres vê mal. Depois de alguma conversa cada grupo continuou o seu caminho.

Fomos de seguida à capela do Húngaros, estava a celebrar-se uma missa, e o coro estava afinado, é uma capela muito bonita. Mas como não tinha encontrado o sítio que andava à procura fomos falar com um vigilante que por ali estava. Ele era uma pessoa bem simpática e conversadeira, depois de uns minutinhos de conversa até fiquei a saber histórias do meu antigo reitor.

Deixamos esta simpática personagem e fomos a casa da Lúcia… nada de mais lá, é uma casa antiga.

Finalizamos a tarde com o meu corte de cabelo, e apesar deste passeio nos ter atrasado um pouco, ainda chegamos a tempo à festa de anos do meu irmão, que estava super atrasada.

Mais um dia bem passado na companhia dela.

Ela

 Nunca tinha ouvido falar em tal sítio…

Estávamos a fazer tempo e tínhamos 2 horas disponíveis para passear. Em vez de ir ver montras, gostamos mais de andar ao ar livre.

 Ele recordava-se de um local em especial. E lá fomos à procura daquela lembrança de criança. Visitamos o Anjo. Local onde apareceu, pela primeira vez, o anjo aos pastorinhos. Antes de chegarmos a esse local conhecemos 2 inglesas que pareciam saber muito sobre Fátima.

Todo o percurso é mágico… calmo! As oliveiras acompanham a nossa meditação e caminhada interior. É impossível não ficarmos mais perto de nós e de quem mais amamos…

Depois tomamos o caminho da capela dos Húngaros. Estavam em oração e não quisemos incomodar. Mantivemo-nos no exterior. Não tivemos oportunidade de ver o tecto que, segundo o segurança que encontramos, tinha uma pedra de cada nação.  

Desenvolvemos uma conversa interessante com esse segurança. Conhecedor da zona e tentava manter-se a par das ligações familiares do pessoal ali da zona.Fiquei a saber que os Húngaros ergueram a capela e os passos como forma de agradecimento por terem sobrevivido à II Guerra Mundial.No caminho pelos paços encontramos devotos e escudeiros. Todos na manifestação da sua fé. Também nós manifestávamos a nossa, à nossa maneira.Ainda houve tempo para ir até à casa da Lúcia e beber um copo de água do poço. Água benta não foi…

berro

Ele

Há imenso tempo que tinha um cartão de um bar marroquino chamado o Templo do Chá, lá acabei por me lembrar de falar com ela acerca dele e passado pouco tempo lá combinamos em lá ir. Nesse dia apetecia-me mesmo lá ir, o meu colega de casa estava por perto e também veio.

Depois de o co-piloto ter falhado umas instruções lá chegamos ao bar. Do parque de estacionamento já se via a decoração marroquina e também pouca gente, o que é bom para bares deste tipo. A senhora que nos atendeu passou-nos a carta, e fiquei parvo por ver que apenas havia 5 chás! Ora, o Templo do Chá não pode ter 5 chás, porque senão os bares normais eram os Templos da Cerveja! Perguntei à senhora se havia mais chás, como não havia fomos embora.Decidimos não deixar a noite em branco e fomos para o Tuareg, mas a fila de espera era grande e não dava para nos sentarmos em cima dela. Tínhamos passando por um bar que Ela ainda se lembrava dos seus tempos passados nesta zona e fomos para lá. O Bar era de alguém famoso ou semi-famoso já não me lembro, entramos ainda cedo e só estava os empregados, ficamos a comer picocas e na conversa até começar o concerto. Entretanto o empregado de mesa deixou de nos trazer pipocas para a nossa mesa, e tivemos de nos contentar com as musicas algumas conhecidas e outras nem por isso, tocadas pela banda residente à mais de 4 anos 🙂

Depois desta simpática noite fora, dirigimo-nos a casa e dormimos uma bela noite agarradinhos.

Ela

Tínhamos por objectivo descobrir mais uma casa de chá. O cartão de visita era apresentável e até mostrava um pequeno “croqui” de como lá chegar.Convidamos um amigo dele e lá fomos à descoberta. Até não foi assim tão difícil…Estacionámos logo à porta e sob o olhar da polícia que deveria estar à procura de algo…O bar/café estava um pouco vazio e alguns clientes estavam, naquele momento, de saída.Sentámo-nos e começamos a ler a lista. Estranho… 4 chás. Ele era de opinião que deveria haver outra lista de chás mais elaborada. Perguntámos pela outra lista. Não havia…Foi-nos dito que ainda estavam à espera de mais chás. Um dos chás daquela lista de 4 estava esgotado e também não havia.Ele sentiu-se enganado. Confesso que eu também! Não era nada daquilo que estávamos à espera…

O nosso amigo ficou um pouco incomodado porque falamos em vir embora. Imagina que a dona estava à beira de um ataque de nervos e perder assim 3 clientes poderia ser fatal… Pois, mas não levamos isso em atenção e resolvemos ir embora…

 Decidimos ir ao “Tuareg”. Já conhecíamos e esse local era uma casa de chá digna do nome… Mas a lotação estava esgotada.Conhecia naquela zona um bar. O Berro. Tinha lá ido há +/- 2 anos. Nem me lembro com quem…Estava vazio, dai a 1 hora ia começar a música ao vivo. Não bebemos o chá que  desejávamos… mas fomos abençoados com várias doses de pipocas! 😉 Depois começou a musica. Só música portuguesa. A maioria dos anos 80! Ainda cantei uma música ou outra da minha preferência. O nosso amigo é que não conhecia a grande maioria. Parecia estar um pouco à seca… resolvemos ir embora. O chá ficou para outro dia.

Há dias em que as coisas não correm como desejamos. Mas, quando estamos em boa companhia as situações superam-se facilmente!